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Celular novo e Turismo

Opa. Sim, ainda dou alguma trela pro meu blog =D Os post só não estão mais frequentes por pura falta de assunto. Como já falei antes, muitas coisas que gosto de expressar não rendem, pra mim, um post aqui, mas no máximo algumas tuitadas (sigam-me os maus no twitter @tiagolchaves). Mas vamos lá.
A primeira coisa é que troquei meu celular. Deixei de lado a bomba do Motorola Z10 (ô celular ruim!! me dá até curto-circuito em lembrar dele), por um Nokia 5530 (que parece ser bem legal, com uma ótima navegação na internet e, mais importante, áudio excelente pra ouvir minhas músicas).
A segunda coisa, esta nada a ver com a primeira, é que as vezes pego carona com a mãe de um amigo lá do conjunto em que moro. Ela é empresária, tem uma agência de viagens/turismo. Sempre que pego essa carona a conversa é porque nossa região não consegue se beneficiar tanto do turismo, mesmo estando nas pautas do mundo todo. Não falo por Manaus e outras cidades do Norte brasileiro. Falo pelo Pará e Belém, que é onde conheço.
Hoje um dos pontos que chegamos a concordar foi que Belém não acordou ainda pro que é o diferencial dela e onde justamente falta suporte. Os rios, as ilhas, o transporte hidroviário. Sempre lembro de Natal (afinal de contas, pobre como sou, só tenho essa referência de uma cidade voltada pro turismo). Lá você tem diariamente passeios pra onde o turista quer ir, ou seja, praias e dunas. E aqui? Onde eu posso chegar no começo da manhã ou no final do dia e marcar um passeio de lancha pelas ilhas e rios da região?
Não tem... quer dizer.. tem... mas poucos, muito pouco. Você não vê, como acontece lá em Pipa, no RN, diversas lanchas prontas pra te levar, a qualquer hora, pra ver golfinhos. Aqui talvez você até consiga alugar um "pôpopô" quando quiser. Mas não vai aproveitar nada, já que o barco é lento e desconfortável.
Imagina você ter um serviço de lanchas que te levem num dia pra fazer um passeio pela região das ilhas, daí no outro você vai conhecer as praias de água doce, com paradas pra almoço em diversos pontos, de acordo com o passeio, como lá em Icoaraci, parando no Cruzeiro e pegando uma van pra conhecer o artesanato rapidinho e já seguir pra mosqueiro, tudo pelo rio.
Daí fica a pergunta. Será que eu estou apenas me iludindo pensando que isso realmente daria certo ou de fato não dá, já que com certeza deve ter gente querendo investir nisso e, talvez, já tenha investido e não deu certo?
Eu acho que falta vontade... de todo mundo.

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