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Rio Grande do Norte

Hoje o dia passou rápido. Senti falta de acordar ao som das ondas do mar, do sol da praia e do vento com sal no rosto. Achei que iria abrir os olhos e ver a Drika ao lado, ainda dormindo e que iria ligar para a recepção e perguntar se já está na hora de descer para pegar o passeio pelas praias do Rio Grande do Norte.
Aliás, que semana hein. Pareceu que eu estava em Natal há mais de um mês. Nos sete dias que fiquei, ao lado da melhor do universo, puder conhecer quase que na totalidade as praias do estado - e que praias, tanto litoral norte e mais ainda no litoral sul, que na minha opinião, e acho que seja da maioria que por ali passa, possui as mais belas da região potiguar.
Mas sobre a beleza nem preciso falar muito, tudo pode ser conferido nas 448 fotos que estão publicadas no meu flickr, divididas em seis álbuns agrupados em uma coleção de férias. Vale muito registrar em palavras a sensação que tive como turista, o verdadeiro significado que essa palavra possui que adquirimos em um lugar reservado para os visitante, vindos em maioria de outros países.
Sim, turismo só é completamente entendido quando se viaja para uma cidade que vive dele, onde os serviços são voltados para ele e tudo gira em torno em dele. O resultado? Uma capital limpa, com ruas asfaltadas e bem sinalizadas, trânsito organizado. As praias litorâneas, ao menos as que estão na rota dos passeios - e não são poucas - sempre com restaurantes e quiosques que aceitam cartões (vai ali em mosqueiro e vê se todos os lugares aceitam).
E sabe uma coisa que hoje em dia é raro? Segurança. Nas praias não há porque se preocupar em cair na água e deixar os pertences na mesa. Mas claro, vale a ressalva que estou falando sempre dos lugares frequentados por turista - vale lembrar que fui assaltado, em Belém, em frente à Estação das Docas, ponto turístico da cidade.
Por último, uma estranha sensação que me abateu no vilarejo de Pipa, no litoral sul do RN. Os estrangeiros são tão presentes ali que em pleno nordeste brasileiro eu me senti de outro país. Sim, porque os donos de pousadas, restaurantes e lojas eram, em maioria, europeus, se escutava muito o francês, italiano, espanhol, holandês e inglês. O português? Só na hora de fazer um pedido e ouvir um "muito obrigado" (enrolado) do pagamento da conta.
Enfim, foi uma semana que durou um mês. Ainda estou de férias e assim pretendo permanecer até o próximo mês. Até lá, verei como continuar aproveitando da melhor forma e sem gastar muito.

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