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Por Rica Perrone

Então pessoal. Apesar de parecer, eu não abandonei o blog. É que mesmo sem postar com frequencia e regularidade, acho que esse ainda é um espaço bom pra colocar algumas questões ou reunir diversas/os posições/assuntos.
Hoje eu não vou escrever nada. Vou sim replicar um texto em um tema que eu talvez já até tenha abordado em uma postagem mais antiga (não diretamente).
O autor é um jornalista esportivo que mantém um blog de mesmo nome, chamado Rica Perrone (quem me acompanha no twitter já deve ter visto alguns RTs meus nas tuitadas dele). Apesar dele focar em esporte, ultimamente ele levantou uma discussão que eu já via tomando forma, mas ainda sem aparecer em um site com maior visibilidade. Segue:

Link: http://www.ricaperrone.com.br/2011/05/terra-de-nerson/

Terra de “Nérson”

Para falar, hoje em dia, é preciso pensar muito. Não para que você “não diga bobagens”, pois todos nós dizemos e vamos continuar dizendo. Mas para que você não caia na armadilha do mundo moderno, onde pensar individualmente é crime.

Se faz parte de uma minoria ou de uma Ong qualquer, está com a razão. Seja lá a favor o motivo ou o ideal, é moderno pensar em grupo e, consequentemente, agir em bando.

Mundo politicamente correto, quase chato. Cheio de regras idiotas e gente que se acha culta por brigar por alguma coisa, mesmo que seja algo válido.

Antigamente brigavam por direitos, liberdade, etc. Hoje brigam por “tags nos tts do twitter”.

Eles gritam: “Vamos colocar nossa tag em primeiro!”. E colocam, achando que estão causando uma puta mudança em algum tema delicado da sociedade ou do país. Ajuda? Ajuda. Mas não é só isso.

E não, eu não estou falando de gays. Ok? Antes que o delírio supere a interpretação simples e clara.

Na internet, terra sem lei, onde cada nerd se torna um macho gigante e todo babaca ganha voz, é incontrolável. Você junta uma turma numa comunidade, num twitter ou num blog e pronto. Dali sai, num pensamento coletivo, um complô virtual.

“Não fale assim do meu time”. “Respeite meu estado”. “Seu homofobico”. “Quem é você pra falar isso?”, entre outros, são frases que acompanham cada opinião dada neste mundo moderno.

Quem pensa em grupo, na verdade, não pensa em nada. E quem age em bando é covarde.

Fico lendo a patrulha todo dia e preocupado com o que virá pela frente. O sucesso alheio é cada vez mais irritante, as pessoas tem cada vez mais necessidade de denegrir o sucesso do vizinho.

Você surge, é fenômeno. Se estabelece, é competente. Mantém o topo, começa a ser questionado. E quando tudo parece normal, ganha rótulos de quem não aguenta mais te ver lá em cima. Que o digam Tiago Leifert, Galvão Bueno, Jô Soares, Fausto Silva, entre tantos outros que de adorados passaram a perseguidos após a internet e suas gangues virtuais.

Quando você junta um bando de fracassados fatalmente o vitorioso será questionado. O maior fracasso que há é não saber reconhecer o mérito alheio.

Para alguns é terapeutico, pra mim se chama “inveja” ainda.

Seja lá qual for o modo ou o rótulo, fico imaginando o que seria de Nelson Rodrigues, gênio, se fosse jornalista hoje em dia.

Aqui, não basta não gostar e não acompanhar. É preciso agredir o que não gosto e desmerecer quem não aprecio.

Nélson, hoje, não teria um blog. Pois se tivesse estaria preso.

Ele não poderia, jamais, dizer que “Toda família tem um momento em que começa a apodrecer. Pode ser a família mais decente, mais digna do mundo. Lá um dia aparece um tio pederasta, uma irmã lésbica, um pai ladrão, um cunhado louco. Tudo ao mesmo tempo.”, pois seria homofobico, no mínimo.

Se ousasse dizer que “Não ama seu marido? Pois ame alguém, e já. Não perca tempo, minha senhora!”, seria um incentivador do adulterio. Um anti-família, um alvo fácil pra alguma Ong “Viva a fidelidade” por aí.

Nelson não diria num blog linkado a Globo.com ou a outro portal grande que “O Flamengo tem mais torcida, o Fluminense tem mais gente“.

Que preconceito é esse, Nelson? Quer dizer então que o Flamenguista não é gente? Processo! Prendam-no!

Porque ele é preconceituoso? Não, porque eu sou ignorante e não sei interpretar textos. Eis a verdade.

Isso sem contar no bando de torcedores não cariocas que entupiriam a caixa de entrada do Nélson dizendo que ele era “do eixo”, ou “paga pau de carioca”, por citar quase sempre os times de lá.

É a era do “quem falhou?” e não do “Que golaço!”.

Imagino Marta Suplicy na tv ao lado de apresentadores justiceiros fazendo complô contra Nélson, quando ele diz que “Nem todas mulheres gostam de apanhar, só as normais.“.

Hoje, “Quem não gosta de samba bom sujeito não é” seria crime. Pois é um preconceito contra quem não gosta de samba.

Inventaram a porra do Bullying, uma espécie de proibição de “zoar” alguém na quarta série.

É o mundinho “nhe nhe nhe”. Se chamar um gordinho de gordinho na escolinha, chame o pai dele e diga que seu filho está praticando Bullying. Quando eu era garoto, se chamassem um pai na escola era porque alguém tinha “bullinado” alguma menina, e olhe lá.

Meninas que, coitadas, ficaram sem saída. Se dão um valor antigo a si mesmas, são quadradas e babacas. Se dão pra todo mundo, são vadias. Se for feia, é engraçada. Se for bonita e gostosa, saibam, aos olhos de quem inveja, imediatamente, são putas.

Garrincha, hoje, seria um patético malabarista desrespeitoso. Ele dribla, humilha o adversário. Onde já se viu?

E aquele jogador divertido que tirava sarro do rival? Hoje, fatalmente, apanharia no shopping de alguma gangue não virtual.

Nelson, Garrincha, Dorival Caymmi, entre tantos outros gênios, hoje, estariam proibidos.

Sofreriam bullying de Ongs e gente politicamente correta. Seriam perseguidos pelos “sem nome” na internet, e fatalmente morreriam de fome, pois ninguém hoje em dia tem coragem de contratar um profissional que vá contra a maré do “nhe nhe nhe” ou que tenha opinião própria.

É preciso pensar no coletivo, diziam os antigos intelectuais.

É preciso pensar coletivo, diriam hoje.

Seu direito de pensar e falar acabou quando notei que é mais fácil ser vítima de alguma coisa do que fazer parte do jogo de forma igual.

Eu prefiro ser minoria. Eu gosto de andar em bando, mesmo que virtualmente. Não suporto seu trabalho, simplesmente porque ele não me exalta ou elogia. E não contente em ter o fantástico direito de usar um controle remoto ou não entrar no seu site, vou te ofender, te agredir e chamar meus amigos para fazer o mesmo.

Nélson Rodrigues morreu em 1980. Se vivo, hoje, se suicidaria.

abs,
RicaPerrone

U2 360º

Mês de abril de shows, hein?
Primeiro do Iron Maiden, em Belém, no dia 01 e neste final de semana passado, dia 10, do U2 no sacrossanto do futebol mundial, o Morumbi.
Como do Iron eu já tenho muitas imagens e também já compartilhei aqui no blog, seguem os registros do show 360º da banda irlandesa =D

Morumbi lotado e uma pessoa feliz =D



Vai começar o show!!



Morumbi todo iluminado por câmeras e celulares =D



As imagens do show em www.flickr.com/tiagonomack - clique na imagem para ver.

Saldo positivo

Carnaval passou, um feriadão "batráquio" e dessa vez ele até que foi bem divertido. Digo porque apesar de nunca ter sido um fã assim da folia e tão pouco da ilha de Mosqueiro, estes dias de folga foram muito bons, com risadas e até mesmo divertidos em meio aos blocos e fantasias (veja aqui a vergonha alheia)
Mas como eu sou um reclamão e mala por natureza, a parte feliz do post fica por aqui e eu preciso botar meu lado chato pra fora. O primeiro ponto é o absurdo, ao menos assim o considero, de pessoas não acostumadas a dirigir na estrada o fazem. Não é nenhum segredo e não estou descobrindo a roda ao dizer que a maior parte dos acidentes acontecem por falta de atenção e imprudência dos motoristas. E isso fica muito mais evidente no Carnaval (o que também não é novidade alguma).
Pessoal embrigado, pessoal que não baixa o farol quando se aproxima de outro carro (ofuscando o motorista do outro veiculo), galerinha apressada que acha que ultrapassar na curva vai fazer com que ele chegue mais rápido em casa e etc. Nada de novidade no que eu digo, mas ainda assim imperdoável.
Eu não sou nenhum experiente em estradas - até porque tirei a CNH há 2 anos apenas. Mas são questões lógicas, de inteligência, algumas situações que ocorrem nas viagens. Questões que qualquer ser pensante poderia perceber que se ele manter o percurso algo irá acontecer, que não vale a pena manter tal ritmo. Ah... mas ia me esquecendo: não dá pra contar com a inteligência alheia, como diz a Drika Ferreira (minha namorada).
E por falar em pessoas com falta de inteligência, o que dizer deste cardápio de uma das barracas que vendem as famosas tapioquinhas de Mosqueiro? http://twitpic.com/47ank3 e http://twitpic.com/47ao4v. Não é uma questão de dizer que as pessoas são humildes, ignorantes. Se for pra pensar assim, melhor nem ter escolas, não exigir que as pessoas sejam alfabetizadas. Mas só exponho isso devido ao horrível atendimento dado no estabelecimento. Humor lá em baixo e vontade idem. Assim complica hein?
Mas não pensem que o Carnaval foi ruim. Eu que costumo reclamar mais do que elogiar. No geral foi muito bom sim. Não peguei engarrafamento na volta - apenas um pouco na ida (claro que escolhemos os melhores horários para evitar o sufoco na saída de Belém). A chuva não atrapalhou, pelo contrário, sempre caiu nos horários mais adequados. E e isso. No final das contas, praticamente cinco dias brincando, tomando banho de piscina, brincando um pouco nos blocos e comendo bastante ehehhehe
Eu voto para que se tenha um feriadão assim todo mês =D até porque, agora em Abril, tem outro xD Semana Santa e eu estarei de férias =D uhuuuuu!!!
Ah sim... Feliz Ano Novo pessoal :)

Hino e Bandeira nacional

Como falei no twitter, devo ser um dos poucos que se incomoda como as bandeiras oficiais (nacional e estadual), assim como das entidades, são hasteadas. É normal ver todas na mesma altura, a meio mastro (sem estarmos de luto) ou simplesmente não estarem hasteadas (ok, nesse ponto não há uma hora específica para tal).
O mesmo incômodo eu sinto ao escutar versões do hino nacional, exatamente como me incomoda ao ouvir pessoas falando que a letra é difícil ou que é uma homenagem. O hino é cantado em português e se a pessoa não entende a própria língua, algo tá errado. O hino tem uma melodia oficial e deve ser respeitada, avacalhá-a, com acordes e musicalidade totalmente diferente não é homenagem, ao menos pra mim.
Porque estou falando disso? É que eu sinceramente sinto falta destes protocolos. Acho bonito de ver estes procedimentos oficias - sem contar a bandeira e o hino são bonitos pacas (na minha opinião).
Nesse ponto sou patriota sim - quem me conhece sabe que gosto desse lado, admiro as forças armadas de hoje em dia, que apesar do sucateamento fazem sim um grande serviço em pontos distantes. Não dá mais pra ver os militares no Brasil como aqueles caras de 30 anos atrás. As forças armadas no Brasil hoje, se você for ver, é popular. Quem está lá são as pessoas de classe baixa, de diversos pontos do país. Isso, pra mim, é uma grande conquista e motivo de orgulho, pois mostra que é o brasileiro que está de fato ali, na defesa do país.
Mas chega de bla blá blá eheheheh abaixo os procedimentos oficiais dos quais eu reclamei aqui: hasteamento da bandeira nacional e execução do hino brasileiro.

Hasteia-se a bandeira:

1. diariamente nos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, nas missões diplomáticas brasileiras e nas unidades da Marinha Mercante;
2. nos dias de festa e de luto nacional, também nos estabelecimentos de ensino e sindicatos;
3. pelo menos uma vez por semana, em caráter solene, nas escolas públicas ou particulares.

A bandeira pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite, mas normalmente isso é feito às 8 horas e às 18 horas, respectivamente. Apenas no Dia da Bandeira (19 de novembro), o hasteamento é realizado às 12 horas, em solenidade especial. Durante a noite a bandeira deve estar iluminada.

Quando várias bandeiras são hasteadas ou arriadas simultaneamente, a bandeira brasileira é a primeira a atingir o topo e a última a dele descer.

Se a bandeira estiver a meio-mastro ou a meia-adriça, em sinal de luto, no hasteamento ou arriamento, deve ser levada inicialmente até o topo. Em marcha, o luto é assinalado por um laço de crepe atado junto à lança.

Hasteia-se a bandeira em funeral, em todo o País, quando o presidente da República decretar luto oficial, salvo nos dias em que o luto coincida com alguma festa nacional. Quando não for decretado luto oficial, o hasteamento em funeral fica limitado à Casa Legislativa ou ao Tribunal em que haja ocorrido o falecimento de um de seus membros.

A bandeira deve sempre ocupar lugar de honra, em posição central, destacada à frente de outras bandeiras e à direita de tribunas, púlpitos, mesas de reunião ou de trabalho. Nas missões diplomáticas em países estrangeiros, estas regras podem-se tornar mais flexíveis em atenção às leis, usos e costumes do país hospedeiro.

(fonte: Wikipedia)

Execução do Hino Nacional

De acordo com o Capítulo V da Lei 5.700 (01/09/1971), que trata dos símbolos nacionais, durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio. Civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações. Além disso, é vedada qualquer outra forma de saudação (gestual ou vocal como, por exemplo, aplausos, gritos de ordem ou manifestações ostensivas do gênero, sendo estas desrespeitosas ou não).

Segundo a Seção II da mesma lei, execuções simplesmente instrumentais devem ser tocadas sem repetição e execuções vocais devem sempre apresentar as duas partes do poema cantadas em uníssono. Portanto, em caso de execução instrumental prevista no cerimonial, não se deve acompanhar a execução cantando, deve-se manter, conforme descrito acima, silêncio.

Em caso de cerimônia em que se tenha que executar um hino nacional estrangeiro, este deve, por cortesia, preceder o Hino Nacional Brasileiro.

(fonte: Wikipedia) 

Eu voltei!!

Salve salve :)
Andei sumido, mas não abandonei o blog - afinal de contas quer melhor psiquiatra que este aqui? Falo o que quero e de graça ainda ehehehe (tá, não falo exatamente tudo o que quero). E ainda tem alguns que leêm ehehehehe (admiro estes corajosos visitantes).
Bom... a falta de posts é simplesmente pela falta de ter algo a que eu realmente ache necessário postar aqui. Mas vou fazer um exercício a partir de hoje.
Muita coisa eu debato no twitter, mas lá, como é de se esperar, os 140 caracteres reservados pra se escrever não é o ideal para expor posição alguma. No máximo pra dizer se concorda ou não e um breve porquê disso. (é com acento esse "porque" aí, né?)
Falei da malandragem da CBF aplicada em cima do São Paulo e Flamengo, jogando os dois times um contra o outro. (em resumo: um dia a CBF entrega a Taça das Bolinhas pro SPFC e no outro reconhece o Flamengo como primeir penta-campeão brasileiro - a taça, então, deveria ficar com o Flamengo. Logo os dois começam a brigar e a oposição à CBF perde força, já que os dois times eram os principais opositores. Ricardo Texeira deve ter rido litros com isso. Bem feito pra Patrícia "Tamborim" e pro Juvenal Juvêncio).
Também passei 20 dias longe de Belém, a trabalho, em Porto Trombetas, como já tá virando um certo costume anual, ir atender a Mineração Rio do Norte pela Temple (agência em que trabalho). Com acesso restrito, realmente não tinha como postar nada. O máximo que conseguia era utilizar o twitter pelo celular e se manter atualizado e saber de algumas coisas boas, como amigos de universidade atendendo empresas nacionais - sempre fico feliz em ver que pessoas com quem estudei estão dando certo (fazer parte de uma turma que está conseguindo espaço no mercado é certo motivo de orgulho).
Meu Flick tá desatualizado, mas tô pensando em ver uma forma de organizar melhor as imagens que coloco lá - quem sabe até criar uma conta novo e selecionar o que eu for upar. Atualmente eu não faço seleção e nem trato as imagens. Isso se dá porque eu acho que é o ideal pra mostrar a imagem como ela realmente é, inclusive com meus erros e acertos. Mas talvez um flickr somente para as "melhores" imagens, com um tratamento legal para reforçar o "objeto", fique legal também.
E é isso. Algumas metas a se cumprir, buscando, principalmente, enriquecer o lado profissional (já começo a sentir falta de algumas coisas pra poder crescer), shows se aproximando (ainda não comprei eu ingresso do Iron Maiden em Belém e nem as passagens aéreas pro U2 em SP) e o ano que vai realmente começar agora, depois do Carnaval que acontece semana que vem :)
Ah sim! A troca do template foi feita porque o serviço ImageShack, site que hospeda imagens, mudou a forma de trabalho e agora pede registro para que se visualize imagens através do "link direto". Isso fez com que quem não tivesse registro, não consiga ver as imagens, ou seja, bugou o template anterior e eu tive que trocar.
Valeu!!

Top Flickr

Pô... tenho alergia a poeira e isso é o que não falta aqui ehehehe
Bom, outro dia eu postei no twitter e como alguns dos raros leitores do meu blog não possuem conta lá no passarinho azul, resolvi colocar aqui o Top 3 do meu flickr em diversas categorias.
São as 3 fotos mais vistas por interesse, visualização, comentários e favoritadas (segundo dados do próprio flickr).
Vamos lá :)

bits mais populares, classificados por:
interestingness.
1º LUGAR, com 47 visualizações / 1 pessoa favoritou esta foto / 8 comentários


2º LUGAR, com 69 visualizações / 2 pessoas favoritaram esta foto / 8 comentários



3º LUGAR, com 22 visualizações / 2 pessoas favoritaram esta foto / 7 comentários


mais vistos.
1º LUGAR, com 120 visualizações / Ninguém favoritou Refrigerante / 0 comentário


2º LUGAR, com 86 visualizações / 1 pessoa favoritou esta foto / 2 comentários


3º LUGAR, com 85 visualizações / 1 pessoa favoritou esta foto / 12 comentários


mais "favoritos".
1º LUGAR, com 57 visualizações / 2 pessoas favoritaram esta foto / 1 comentário


2º LUGAR, com 38 visualizações / 2 pessoas favoritaram esta foto / 5 comentários


3º LUGAR, com 27 visualizações / 2 pessoas favoritaram esta foto / 0 comentário


mais comentados.
1º LUGAR, com 32 visualizações / Ninguém favoritou Litoral Sul / 10 comentários


2º LUGAR, com 52 visualizações / Ninguém favoritou Cores / 9 comentários


3º LUGAR, com 13 visualizações / Ninguém favoritou Litoral Norte / 7 comentários

OBS: Quem viu a lista pelo twitter pode perceber algumas diferenças com essa lista. Isso se dá porque, de lá pra cá, as imagens sofreram alterações na contagem (visualizações, comentários e etc).
OBS2: Alguns podem notar que há fotos em determinada categoria que em outra poderia pegar o primeiro lugar. Como não quis repetir imagem, resolvi pegar a que estava logo em seguida no ranking.

Scala & Kolacny Brothers

Navegando por estes sites de humor que existem aos bocados, me deparei no Chongas com uma postagem sobre o coral Scala & Kolacny Brothers. Achei espetacular.

Site oficial

Artigo na Wikipedia

O grupo não faz nada assim que seja realmente uma novidade, ao meu ver. São covers de músicas famosas e conhecidas. Mas o espetacular é como eles fazem isso. As versões são "fodásticas", simples assim. O clima que a música cria, algo meio medieval, melancólico até, me fascina - sempre gostei de músicas em coral, ou coisas do gênero.
Abaixo algumas delas - umas em vídeos e outras somente música. Destaque pra versão de Engel, do Rammstein.





Sobre o Ficha Limpa

Parabéns aos brasileiros. Parabéns - este em menor escala - ao nosso judiciário que fez valer a ânsia da população. Parabéns ao Brasil, que mesmo com a possibilidade de estar escrevendo com linhas tortas, deu um importante passo para mudar a pior imagem que possui: a corrupção.
Ontem, dia 27 de outubro de 2010, entra pra história brasileira como o primeiro em que uma lei foi aplicada em cima dos chamados "poderosos" da nossa política. - veja aqui a votação sobre a validade do Ficha Limpa.
Não sei se realmente foi vontade do povo (a lei foi de iniciativa popular, mas isso é contestável). Não sei se a lei é constitucional ou não (teve gente muito mais qualificada do que pra discutir isso, e não eram poucas). Não se se o Jader Barbalho é de fato corrupto ou não (apesar de tudo o que já foi noticiado e falado dele). Não quero e nem irei entrar nestes méritos.
Quero dizer sim que o que aconteceu na data ontem foi uma vitória que massageia as esperanças brasileiras no que diz respeito à luta contra a corrupção. Mostrou sim que há possibilidade e meios do cidadão conseguir se mobilizar contra aqueles que não considera digno de representá-lo na esfera política.
Podem me dizer que o Jader e todos os demais que serão barrados pelo Ficha Limpa este ano, conseguiram votos nas urnas de forma democrática. Podem sim, mas o que não podem dizer é que foram maioria. Muitos votaram em outros candidatos.
Podem dizer que a maioria queria os dois candidatos a senadores no Pará barrados (Jader e Paulo Rocha possuem maioria dos votos). Podem, mas se esquecem que eram praticamente as únicas opções "menos ruins", justamente porque o Brasil vive um vício na política onde os representantes são sempre os mesmos e o brasileiro é "adestrado" a não votar em nulo. Se soubesse votar nulo, com certeza muitos não escolheriam tais candidatos do pleito e uma nova eleição seria feita, com outros possíveis representantes. Inclusive, esta é uma possibilidade em discussão no Pará.
Mesmo com toda a polêmica que o Ficha Limpa possui, o fato é que o brasileiro viu ao menos uma porta por onde se mobilizar. Talvez ele a tenha usado de forma equivocada desta vez, abrindo precedentes perigosos, mas isso é só uma questão de aprender a usar a ferramenta, caso ainda se tenha interesse nisso.
Concluindo, não validar o Ficha Limpa, pra mim, seria cuspir na cara do brasileiro e dizer: "Ei! você mesmo aí, seu imbecil. Tu acha o quê?? Tu jura que pode mesmo mudar alguma coisa nesse país? Nós que mandamos e vocês ficam de bico calado. É isso mesmo, tu é um merda que não pode nada".